quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Limite de frequência de um MCU massa-mola
Num belo dia, durante uma aula de Física a alunos do 1º ano do Ensino Médio, montei no quadro um sistema mecânico de movimento circular uniforme (mcu) de uma mola disposta numa superfície horizontal lisa, que prendia em sua extremidade uma esfera (estávamos treinando casos de resultante centrípeta). Os dados foram aleatórios, mas lembro que tratava-se de uma mola muito dura, uma massa muito pequena e uma frequência muito alta. O que aconteceu? – A distensão deu negativa!!, uma contração??
Passei a investigar esta situação do ponto de vista matemático, e vejam a minha conclusão:clique neste anexo
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Resultante Centrípeta
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A física das armas e do tiro
Durante os anos em que trabalhei como instrutor de armamento e tiro na Polícia Militar da Bahia pude perceber o grande interesse dos alunos da Academia de Polícia Militar e da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças na compreensão dos principais tópicos do conteúdo daquela importante disciplina mais a fundo, principalmente no tocante às explicações dos fenômenos físicos atinentes aos projéteis, quanto às suas características anatômicas, os efeitos verificados durante o seu vôo e impacto no alvo, e também quanto aos processos mecânicos de funcionamento das armas de repetição, semi-automáticas e automáticas. Anotei os principais questionamentos e neste artigo pretendo trazer as explicações básicas atinentes a cada um deles, procurando tornar este texto útil como material didático complementar a ser proposto na disciplina, sem ter, é claro, a pretensão de esgotar o assunto. O trabalho foi produzido na forma de perguntas e respostas e cada conjunto de questões foi organizado pela respectiva área de conhecimento da física. >>leia mais
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Psicologia da Educação
Acredito na importância da Psicologia para a Educação principalmente como fonte de conhecimento para auxiliar o professor no fornecimento do suporte necessário para que ele compreenda a sala de aula da época em que vivemos, quais os valores, positivos ou negativos, da juventude atual, e como está a relação aluno-família, família-escola e como conseqüência a relação aluno-escola neste contexto.
É no mínimo ingenuidade profissional o professor afirmar:
“Eles tiram essas notas baixas porque não querem nada! Não estudam!”
É no mínimo ingenuidade profissional o professor afirmar:
“Eles tiram essas notas baixas porque não querem nada! Não estudam!”
Funções educativa e avaliativa
Seria a função avaliativa subordinada à função educativa?
De acordo com o dicionário Michaelis o termo "subordinado" significa aquele que depende de outrem, que é inferior ou menos importante.
Se a função avaliativa fosse entendida meramente como subordinada à função educativa estaríamos raciocinando de modo vertical, guardando as avaliações numa “caixa” níveis abaixo da “caixa” da função educativa num suposto “organograma da educação”, como se tudo funcionasse em termos hierarquizados.
De acordo com o dicionário Michaelis o termo "subordinado" significa aquele que depende de outrem, que é inferior ou menos importante.
Se a função avaliativa fosse entendida meramente como subordinada à função educativa estaríamos raciocinando de modo vertical, guardando as avaliações numa “caixa” níveis abaixo da “caixa” da função educativa num suposto “organograma da educação”, como se tudo funcionasse em termos hierarquizados.
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